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Você sabe o que são alimentos in natura, processados e ultraprocessados?

Quem é antenado nas novidades do mundo da nutrição já sabe que a recomendação é sempre dar preferência a comida de verdade, com alimentos naturais e sem exagero no consumo dos ultraprocessados. Mas afinal, o que é comida de verdade? A resposta pode parecer óbvia, mas na hora H, sempre gera uma ou outra dúvida. O Guia Alimentar para a População Brasileira classifica os alimentos por grau de processamento pelo qual ele foi submetido. São eles: alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados. Infelizmente, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na mesa do consumidor brasileiro, já que, com a correria do dia a dia, as famílias passam a comprar produtos prontos que não requerem tanto trabalho. Uma pesquisa revela que o padrão de consumo alimentar do brasileiro tem mudado ao longo do tempo. Alimentos como arroz, feijão, mandioca, legumes, óleo, sal e açúcar foram substituídos por produtos industrializados com rótulos diet ou light, sem glúten, sem lactose, etc. Agora, vamos voltar para a classificação: Alimentos in Natura e Minimamente processados: devem ser a base da nossa alimentação. In natura são aqueles que foram obtidos direto da natureza como frutas, legumes, verduras, tubérculos e ovos. Minimamente processados: passaram por pequenas intervenções antes de chegarem ao consumidor, mas não receberam nenhum outro ingrediente no processo (nada de aditivos, adoçantes, açúcar, sal, gorduras). São eles: carnes, peixes, frangos, leite, arroz, feijão, especiarias, frutas secas etc. Processados: são os alimentos in natura que receberam adição de sal, açúcar, óleo ou vinagre. Com objetivo de durabilidade e saber, foram submetido a técnicas como cozimento,...
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Os tipos de sal e para que serve cada um

O brasileiro consome, em média, 15g de sódio por dia – já incluindo o sal presente nos alimentos –, uma quantidade muito acima do ideal. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a recomendação de consumo é de, no máximo, 5g por dia. Essa ingestão exagerada está muito ligada à quantidade de sal adicionada às preparações, mas também aos alimentos industrializados, como biscoitos, pães, bebidas lácteas, macarrão instantâneo, entre outros. Com o intuito de frear esse consumo ou torná-lo mais saudável, as prateleiras do supermercado se encheram dos mais diversos tipos de sal, deixando todo mundo em dúvida quanto ao tipo mais recomendado para consumo, afinal o sal não é composto apenas por sódio, mas também por diversos outros minerais. Abaixo, esclareço um pouco do que se trata cada um deles. Sal de cozinha ou refinado: Processado para redução de suas impurezas – o que também contribui para a redução de seus minerais – é o tipo mais utilizado pelas famílias brasileiras e o menos recomendado. Por ser refinado, suas partículas são menores e mais potentes. Um grama contém 400mg de sódio. (Para fins de comparação, uma col. (sopa) de sal refinado contém, aproximadamente, 13g). Sal Marinho: Obtido a partir da evaporação da água do mar, contém mais minerais do que o sal refinado, no entanto um grama contém 420mg de sódio. Sal Rosa ou Sal do Himalaia: É um sal mais puro, que tem suas condições originais preservadas e o mais recomendado. Um grama tem 230mg de sódio, uma quantidade bem menor do que a do sal refinado, mas...
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Aprenda a fazer o planejamento alimentar para uma vida mais saudável

Já citei em alguns posts aqui na coluna que planejamento alimentar é fundamental para uma dieta ir bem. Se você não se planejar e se organizar, vai acabar sem alimentos saudáveis para comer e caindo de boca nas besteiras. Outra coisa que um planejamento ajuda é evitar desperdícios. Provavelmente você, ou alguém que conhece, já saiu da nutricionista empolgada, correu para o supermercado, comprou tudo o que ela sugeriu, mas no fim não teve “tempo” de fazer nada com aqueles alimentos e estragou. Isso na verdade não foi falta de tempo, e sim de planejamento. Sempre sugiro, e faço na minha casa também, reunir a família, é importante fazer os filhos participarem também, e montar um cardápio com todas as refeições da semana. Não precisa ser nada de outro mundo, basta olhar o que tem na geladeira e colocar, por exemplo, segunda feira: abobrinha e ovo, você pode fazer um omelete ou um suflê. É importante usar a criatividade. Eu sei que tem gente que não tem essa facilidade para pensar nas receitas, mas procure ajuda de um profissional e com o tempo você vai aprender a fazer sozinha. Montando esse cardápio, o ideal é que você faça uma lista de ingredientes e do que você vai precisar usar durante a semana, já descartando o que tem na geladeira. Faça as compras somente do necessário, isso evita que você gaste à toa ou jogue comida fora. Por último, execute o cardápio, essa é a parte mais difícil. Porém, se você chegar em casa e já tiver os ingredientes e escrito...
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Os benefícios do vinho para a saúde

Esse friozinho pede um bom vinho e como essa é minha bebida preferida, resolvi falar um pouco dos benefícios do vinho para a saúde. Entre todas as bebidas alcóolicas, o vinho é a que mais nos favorece por ser rico em polifenóis, sendo o mais conhecido o resveratrol, que possui ação antioxidante prevenindo a formação de placas de gordura nas artérias e as doenças cardiovasculares. O resveratrol é encontrado, principalmente, na casca e semente das uvas roxas e, por isso mesmo, o vinho tinto é quem mais concentra esse composto. Mas a substância não é o único antioxidante presente no vinho. Na verdade, existem mais de 200 outros polifenóis na bebida. Dentre eles as procianidinas e a quercetina. Nem todos, porém, se beneficiam da ingestão da bebida. Gestantes, pessoas com doenças hepáticas ou com histórico de consumo abusivo de álcool devem passar longe do líquido. Para os que não fazem parte do grupo citado acima, o consumo ideal é de 14 unidades por semana, o que corresponde a 112 g de álcool (ou 8 g por unidade). Para simplificar, uma taça de 250 ml de vinho corresponde a 3,3 unidades. Consumindo mais do que isso, os efeitos benéficos se tornam prejudiciais, podendo sobrecarregar o fígado, aumentar a glicemia e triglicérides, além de favorecer para o ganho de gordura corporal. Separei abaixo alguns valores nutricionais do vinho para que vocês possam conhecer: [table id=7 /] Bom vinho para vocês! Até a próxima, Karina [author] [author_image]http://casaedecor.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/3/2015/06/dra-karina-al-assal.jpg[/author_image] [author_info]Drª Karina Al Assal é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em nutrição clínica pelo Hospital...
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Qual é o tipo de óleo mais indicado na cozinha?

O assunto costuma ser bastante polêmico, mas é preciso falar dele. Afinal, qual é o tipo de óleo mais indicado na cozinha? No mercado, as prateleiras mostram diversas opções, o que nos deixa ainda mais confusos e em dúvida de qual escolher. Como todos levam alguma gordura, vou explicar um pouco o que são essas gorduras para depois falar dos tipos disponíveis para consumo atualmente. Gordura monoinsaturada (Ômega 9) Saudável, confere diversos benefícios à saúde, como diminuição do colesterol ruim e aumento do colesterol bom, além de possuir efeito anti-inflamatório. Muito presente na dieta mediterrânea, o ômega 9 tem efeito comprovado na melhora de doenças cardiovasculares, podendo ser encontrado em castanhas, azeite, abacate e azeitonas. Gordura poliinsaturada (Ômega 3 e Ômega 6) Encontrada em alguns peixes, tem alto poder anti-inflamatório, desde que ingerida na proporção 3:1, ou seja, 3 de ômega 6 para 1 de ômega 3. As pessoas que consomem mais ômega 6, como nós brasileiros – em que a relação acaba sendo de 12:1 –, correm o risco de ter mais inflamações no organismo. O ômega 6 é encontrado, principalmente, em óleos vegetais, como os de soja, canola, milho e etc. Gordura saturada Predominantemente de origem animal, é o tipo de gordura que, se consumida em excesso, pode fazer mal ao organismo. Costuma ser mais estável a altas temperaturas e pode ser encontrada no leite e em seus derivados, em carnes, porco e frango e, também, no coco. ÓLEO PARA QUE TE QUERO Azeite Muitos estudos mostram os inúmeros benefícios do azeite para a nossa saúde. Rico...
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Saiba tudo sobre a campanha Segunda sem Carne

Vocês já ouviram falar por aí da Segunda sem Carne? Trata-se de um movimento que propõe uma alimentação vegana, ou seja, sem alimentos de origem animal, uma vez na semana com o intuito de conscientizar as pessoas sobre o impacto do consumo de animais na saúde, no meio ambiente, na sociedade e no planeta. A campanha, que existe em 35 países, chegou ao Brasil em outubro de 2009. Eu não sou vegetariana, mas ultimamente tenho diminuído bastante o consumo de produtos de origem animal na minha alimentação e acredito que essa seja uma tendência mundial. Nossa população vem crescendo cada vez mais e é sim preciso pensar em como alimentar todo mundo, pois vai chegar uma hora em que a produção não vai dar conta do consumo. E acredito que reduzir o consumo de carne ajuda o meio ambiente. Vale lembrar, no entanto, que esse movimento não pretende transformar as pessoas em vegetarianas ou veganas, mas sim estimulá-las a descobrir novos sabores e conscientizá-las acerca dos cuidados com os animais e o ambiente que as cerca. Acho bem interessante fazer uma alimentação diferente da habitual uma vez por semana, pois o nosso organismo acostuma com os estímulos de sempre, sem contar que as proteínas de origem animal acidificam nosso organismo e investir mais em grãos, verduras e legumes ajuda a alcalinizá-lo, como se fosse uma desintoxicação. Então, convido todos vocês a aderirem ao movimento Segunda sem Carne, usando a criatividade para fazer pratos diferentes do habitual, lembrando que grãos como feijão, ervilha, grão de bico, lentilha e quinua são...
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