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Posts encontrados com a tag karina al assal

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Você já parou para prestar atenção na quantidade de sal que consome?

Você já parou para prestar atenção na quantidade de sal que consome? Pode ter certeza que é muito mais do que imagina. O sal que ingerimos não é somente aquele que adicionamos na salada ou usamos para cozinhar. Assim como o açúcar, ele vem escondido em diversos alimentos. A indústria não usa o componente somente para salgar, ele serve também para preservar e realçar o sabor da comida, inclusive em produtos doces como bolachas, bolos, cereais matinais, barrinhas de cereal, produtos em pó e refrigerantes. Com todas essas inserções, é difícil não ultrapassar a quantidade recomendada para a saúde. De acordo com as diretrizes de cardiologia, o ideal é consumir, no máximo, 6g por dia. No Brasil, a média é de 12g por dia, o dobro recomendado (sem contar com a quantidade encontrada nos produtos industrializados). O excesso deste componente prejudica a saúde cardiovascular, promovendo o desenvolvimento de doenças como a hipertensão arterial. Há também prejuízos estéticos como a retenção de líquido, inchaço e celulite. O primeiro passo para diminuir o excesso de sal na sua alimentação é reduzir o consumo de ultraprocessados, dando prioridade para uma dieta mais natural. Isso não é nenhuma grande novidade, certo? Mas é o que realmente funciona. É preciso tomar cuidado com as enganações. Hoje em dia, muitos produtos têm o apelo de serem saudáveis, porém, quando você olha o rótulo, a realidade é totalmente outra. As barrinhas de cereais são um exemplo. Elas são queridinhas por quem faz dieta, mas possuem muito sódio, tornando-as uma péssima opção. Produtos com mais do que...
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Você sabe o que é kombucha?

A kombucha é uma bebida probiótica, feita a partir da fermentação da Camellia Sinensis, folha que dá origem aos chás preto e verde. O nome ‘kombucha’ vem de uma crença oriental em que a colônia ou biofilme eram, na verdade, algas marinhas chamadas kombu e que, na índia, os chás provindos da Camellia Sinensis levavam o nome de cha ou chai. Mais tarde, descobriu-se que a colônia não era a tal alga, mas a nomenclatura já havia se popularizado. A fermentação ocorre a partir do chá e do açúcar. Nessa mistura, adiciona-se um biofilme de bactérias e leveduras que, com o tempo, fazem a fermentação. Esses seres vivos conferem o efeito probiótico ao chá, que ajuda na saúde intestinal, fortalece o sistema imunológico e tem poder anti-inflamatório. Além desses benefícios, estudos feitos em ratos mostram uma melhora das taxas de colesterol depois do consumo do líquido. A fermentação torna o chá gaseificado e ácido, mas o sabor é agradável. Não indico fazer esse processo em casa, porque, sem um controle, as bactérias ruins podem crescer junto com as boas também. O ideal é comprar de uma fonte confiável. Uma bebida de boa qualidade é rica em vitaminas, minerais, antioxidantes, cafeína e ácidos orgânicos. A recomendação é não beber mais do que 300ml por dia. Ainda não há muitos estudos sobre o nível de segurança do chá, mas os poucos que existem afirmam que um consumo exagerado pode levar a uma sobrecarga do fígado. Consumir produtos ricos em probióticos, como iogurte e kefir, é ótimo para sua saúde. O kombucha...
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Entenda o que são os AGEs e por que você deve fugir deles!

Você já ouvir falar dos AGEs? Conhecidos como Produtos Finais de Glicação Avançada, esses compostos tóxicos são produzidos pelo nosso corpo e durante o preparo de alguns alimentos. Eles danificam nossas células e aumentam a inflamação e o estresse oxidativo no organismo, o que pode gerar flacidez e envelhecimento precoce. Essas substâncias destroem o colágeno, aumentam a chance de doenças cardiovasculares e podem até atacar nossos neurônios. Os AGEs são produzidos por nós quando o organismo está desequilibrado devido ao aumento do estresse e excesso de açúcar, por exemplo. Podem ser ainda resultado do preparo de alimentos submetidos a temperaturas superiores a 180ºC, com baixa umidade, ou que sejam fritos, assados ou grelhados. A chance de produzir esse composto diminui quando o alimento é cozido a cerca de 100ºC em um ambiente úmido. - Os alimentos que mais geram AGEs Os produtos de glicação avançada são resultado de uma reação entre a proteína ou gordura com o carboidrato. Sendo assim, os alimentos mais propícios a formarem esse composto são a manteiga ou margarina, carne vermelha, queijos, produtos industrializados como cereais, biscoitos, batatinhas e qualquer tipo de fast-food. Mas antes de parar de vez de assar ou grelhar sua carne, muita calma! O que precisamos fazer é prestar atenção para não cozinhar todos os dias do mesmo jeito. Temos que saber variar as preparações com refogados, cozidos no vapor ou mesmo preparados na panela. A queridinha fritadeira elétrica potencializa a formação dessas substâncias, já que funciona em um ambiente seco e de alta temperatura. Por isso, é necessário ter cuidado...
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Dicas valiosas para parar de fumar sem engordar

Antes de começar a primeira coluna de 2017... Feliz Ano Novo a todos! E aproveitando o momento – que é ótimo para estipular metas – resolvi dar algumas dicas de como fazer para parar de fumar e não engordar. Não é novidade para ninguém: parar de fumar gera bastante ansiedade e, por conta disso, as pessoas acabam substituindo o cigarro por guloseimas, como doces e salgadinhos, que são responsáveis pelo ganho de vários quilos extras. Mas isso pode ser mudado! Para aliviar a ansiedade, o chiclete sem açúcar é um ótimo quebra galho! Além disso, comer de três em três horas nessa fase é muito importante, então programe seus lanches e não deixe de leva-los com você, caso necessário. Boas opções são mix de castanhas com frutas secas, cenourinha em palitos, maçã picada, pipoca sem óleo, entre outros. Essas comidinhas ajudam a diminuir a ansiedade, pois você estará o tempo todo mastigando e mantendo as mãos ocupadas. Evite os doces, pois eles estimulam a vontade de fumar, engordam bastante e motivam um comportamento compulsivo, principalmente nesse momento em que você estará mais vulnerável. As atividades físicas são grandes aliadas, pois te ajudam a liberar endorfina, deixando-o mais relaxado e diminuindo a necessidade de nicotina. Se pesar pelo menos uma vez por semana também pode ajudar no controle do peso. Procure manter-se sempre confortável, durma bem, faça os lanchinhos sugeridos quando sentir fome e tente cortar os gatilhos que te fazem ter mais vontade de fumar. O café é um clássico, se não conseguir cortá-lo, tente escovar os dentes logo...
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Os tipos de sal e para que serve cada um

O brasileiro consome, em média, 15g de sódio por dia – já incluindo o sal presente nos alimentos –, uma quantidade muito acima do ideal. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a recomendação de consumo é de, no máximo, 5g por dia. Essa ingestão exagerada está muito ligada à quantidade de sal adicionada às preparações, mas também aos alimentos industrializados, como biscoitos, pães, bebidas lácteas, macarrão instantâneo, entre outros. Com o intuito de frear esse consumo ou torná-lo mais saudável, as prateleiras do supermercado se encheram dos mais diversos tipos de sal, deixando todo mundo em dúvida quanto ao tipo mais recomendado para consumo, afinal o sal não é composto apenas por sódio, mas também por diversos outros minerais. Abaixo, esclareço um pouco do que se trata cada um deles. Sal de cozinha ou refinado: Processado para redução de suas impurezas – o que também contribui para a redução de seus minerais – é o tipo mais utilizado pelas famílias brasileiras e o menos recomendado. Por ser refinado, suas partículas são menores e mais potentes. Um grama contém 400mg de sódio. (Para fins de comparação, uma col. (sopa) de sal refinado contém, aproximadamente, 13g). Sal Marinho: Obtido a partir da evaporação da água do mar, contém mais minerais do que o sal refinado, no entanto um grama contém 420mg de sódio. Sal Rosa ou Sal do Himalaia: É um sal mais puro, que tem suas condições originais preservadas e o mais recomendado. Um grama tem 230mg de sódio, uma quantidade bem menor do que a do sal refinado, mas...
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As diferenças entre azeites extra virgem e oliva virgem

Sei que já comentei um pouquinho sobre o azeite na coluna sobre óleos, mas são tantos os benefícios (e usos!) desse óleo natural do Mediterrâneo que ele merece um post só para ele. Vem ver quais as diferenças entre azeites extra virgem e oliva virgem. Fonte de vitamina E, o azeite é uma gordura monoinsaturada (ômega 9) rica em compostos fenólicos e antioxidantes – importantes no combate aos radicais livres do nosso organismo. Além disso, é um óleo que contribui para diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL) e aumento dos níveis de colesterol bom (HDL). O azeite é obtido através da prensagem mecânica de azeitonas maduras procedentes de diversas variedades de oliveiras sadias. Cada uma delas é responsável por um determinado tipo de azeite com propriedades únicas de cor, acidez, composição, entre outros. Abaixo, falo um pouco mais sobre os dois tipos mais conhecidos. AZEITE EXTRA VIRGEM Obtido de uma única prensagem a frio da azeitona madura, é o óleo mais puro com uma acidez de, no máximo, 0,8% (quanto menor essa acidez, mais puro é o azeite). Após a prensagem ele é filtrado, resultando em um produto de sabor mais acentuado e forte personalidade. Esse tipo de azeite é rico em compostos antioxidantes, sendo ideal para finalizar pratos ou saladas. Recomenda-se que seja utilizado apenas na forma crua para que ele não perca suas propriedades. AZEITE DE OLIVA VIRGEM Extraído da segunda ou terceira prensagem da azeitona, sua acidez pode chegar a 2%. Com um sabor mais suave, traz benefícios à saúde, mas tem menor teor de...
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Aprenda a fazer o planejamento alimentar para uma vida mais saudável

Já citei em alguns posts aqui na coluna que planejamento alimentar é fundamental para uma dieta ir bem. Se você não se planejar e se organizar, vai acabar sem alimentos saudáveis para comer e caindo de boca nas besteiras. Outra coisa que um planejamento ajuda é evitar desperdícios. Provavelmente você, ou alguém que conhece, já saiu da nutricionista empolgada, correu para o supermercado, comprou tudo o que ela sugeriu, mas no fim não teve “tempo” de fazer nada com aqueles alimentos e estragou. Isso na verdade não foi falta de tempo, e sim de planejamento. Sempre sugiro, e faço na minha casa também, reunir a família, é importante fazer os filhos participarem também, e montar um cardápio com todas as refeições da semana. Não precisa ser nada de outro mundo, basta olhar o que tem na geladeira e colocar, por exemplo, segunda feira: abobrinha e ovo, você pode fazer um omelete ou um suflê. É importante usar a criatividade. Eu sei que tem gente que não tem essa facilidade para pensar nas receitas, mas procure ajuda de um profissional e com o tempo você vai aprender a fazer sozinha. Montando esse cardápio, o ideal é que você faça uma lista de ingredientes e do que você vai precisar usar durante a semana, já descartando o que tem na geladeira. Faça as compras somente do necessário, isso evita que você gaste à toa ou jogue comida fora. Por último, execute o cardápio, essa é a parte mais difícil. Porém, se você chegar em casa e já tiver os ingredientes e escrito...
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Qual é o tipo de óleo mais indicado na cozinha?

O assunto costuma ser bastante polêmico, mas é preciso falar dele. Afinal, qual é o tipo de óleo mais indicado na cozinha? No mercado, as prateleiras mostram diversas opções, o que nos deixa ainda mais confusos e em dúvida de qual escolher. Como todos levam alguma gordura, vou explicar um pouco o que são essas gorduras para depois falar dos tipos disponíveis para consumo atualmente. Gordura monoinsaturada (Ômega 9) Saudável, confere diversos benefícios à saúde, como diminuição do colesterol ruim e aumento do colesterol bom, além de possuir efeito anti-inflamatório. Muito presente na dieta mediterrânea, o ômega 9 tem efeito comprovado na melhora de doenças cardiovasculares, podendo ser encontrado em castanhas, azeite, abacate e azeitonas. Gordura poliinsaturada (Ômega 3 e Ômega 6) Encontrada em alguns peixes, tem alto poder anti-inflamatório, desde que ingerida na proporção 3:1, ou seja, 3 de ômega 6 para 1 de ômega 3. As pessoas que consomem mais ômega 6, como nós brasileiros – em que a relação acaba sendo de 12:1 –, correm o risco de ter mais inflamações no organismo. O ômega 6 é encontrado, principalmente, em óleos vegetais, como os de soja, canola, milho e etc. Gordura saturada Predominantemente de origem animal, é o tipo de gordura que, se consumida em excesso, pode fazer mal ao organismo. Costuma ser mais estável a altas temperaturas e pode ser encontrada no leite e em seus derivados, em carnes, porco e frango e, também, no coco. ÓLEO PARA QUE TE QUERO Azeite Muitos estudos mostram os inúmeros benefícios do azeite para a nossa saúde. Rico...
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