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Nutrição em casa

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Você já parou para prestar atenção na quantidade de sal que consome?

Você já parou para prestar atenção na quantidade de sal que consome? Pode ter certeza que é muito mais do que imagina. O sal que ingerimos não é somente aquele que adicionamos na salada ou usamos para cozinhar. Assim como o açúcar, ele vem escondido em diversos alimentos. A indústria não usa o componente somente para salgar, ele serve também para preservar e realçar o sabor da comida, inclusive em produtos doces como bolachas, bolos, cereais matinais, barrinhas de cereal, produtos em pó e refrigerantes. Com todas essas inserções, é difícil não ultrapassar a quantidade recomendada para a saúde. De acordo com as diretrizes de cardiologia, o ideal é consumir, no máximo, 6g por dia. No Brasil, a média é de 12g por dia, o dobro recomendado (sem contar com a quantidade encontrada nos produtos industrializados). O excesso deste componente prejudica a saúde cardiovascular, promovendo o desenvolvimento de doenças como a hipertensão arterial. Há também prejuízos estéticos como a retenção de líquido, inchaço e celulite. O primeiro passo para diminuir o excesso de sal na sua alimentação é reduzir o consumo de ultraprocessados, dando prioridade para uma dieta mais natural. Isso não é nenhuma grande novidade, certo? Mas é o que realmente funciona. É preciso tomar cuidado com as enganações. Hoje em dia, muitos produtos têm o apelo de serem saudáveis, porém, quando você olha o rótulo, a realidade é totalmente outra. As barrinhas de cereais são um exemplo. Elas são queridinhas por quem faz dieta, mas possuem muito sódio, tornando-as uma péssima opção. Produtos com mais do que...
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Você sabe o que é kombucha?

A kombucha é uma bebida probiótica, feita a partir da fermentação da Camellia Sinensis, folha que dá origem aos chás preto e verde. O nome ‘kombucha’ vem de uma crença oriental em que a colônia ou biofilme eram, na verdade, algas marinhas chamadas kombu e que, na índia, os chás provindos da Camellia Sinensis levavam o nome de cha ou chai. Mais tarde, descobriu-se que a colônia não era a tal alga, mas a nomenclatura já havia se popularizado. A fermentação ocorre a partir do chá e do açúcar. Nessa mistura, adiciona-se um biofilme de bactérias e leveduras que, com o tempo, fazem a fermentação. Esses seres vivos conferem o efeito probiótico ao chá, que ajuda na saúde intestinal, fortalece o sistema imunológico e tem poder anti-inflamatório. Além desses benefícios, estudos feitos em ratos mostram uma melhora das taxas de colesterol depois do consumo do líquido. A fermentação torna o chá gaseificado e ácido, mas o sabor é agradável. Não indico fazer esse processo em casa, porque, sem um controle, as bactérias ruins podem crescer junto com as boas também. O ideal é comprar de uma fonte confiável. Uma bebida de boa qualidade é rica em vitaminas, minerais, antioxidantes, cafeína e ácidos orgânicos. A recomendação é não beber mais do que 300ml por dia. Ainda não há muitos estudos sobre o nível de segurança do chá, mas os poucos que existem afirmam que um consumo exagerado pode levar a uma sobrecarga do fígado. Consumir produtos ricos em probióticos, como iogurte e kefir, é ótimo para sua saúde. O kombucha...
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Você sabe o que são alimentos in natura, processados e ultraprocessados?

Quem é antenado nas novidades do mundo da nutrição já sabe que a recomendação é sempre dar preferência a comida de verdade, com alimentos naturais e sem exagero no consumo dos ultraprocessados. Mas afinal, o que é comida de verdade? A resposta pode parecer óbvia, mas na hora H, sempre gera uma ou outra dúvida. O Guia Alimentar para a População Brasileira classifica os alimentos por grau de processamento pelo qual ele foi submetido. São eles: alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados. Infelizmente, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na mesa do consumidor brasileiro, já que, com a correria do dia a dia, as famílias passam a comprar produtos prontos que não requerem tanto trabalho. Uma pesquisa revela que o padrão de consumo alimentar do brasileiro tem mudado ao longo do tempo. Alimentos como arroz, feijão, mandioca, legumes, óleo, sal e açúcar foram substituídos por produtos industrializados com rótulos diet ou light, sem glúten, sem lactose, etc. Agora, vamos voltar para a classificação: Alimentos in Natura e Minimamente processados: devem ser a base da nossa alimentação. In natura são aqueles que foram obtidos direto da natureza como frutas, legumes, verduras, tubérculos e ovos. Minimamente processados: passaram por pequenas intervenções antes de chegarem ao consumidor, mas não receberam nenhum outro ingrediente no processo (nada de aditivos, adoçantes, açúcar, sal, gorduras). São eles: carnes, peixes, frangos, leite, arroz, feijão, especiarias, frutas secas etc. Processados: são os alimentos in natura que receberam adição de sal, açúcar, óleo ou vinagre. Com objetivo de durabilidade e saber, foram submetido a técnicas como cozimento,...
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Use e abuse de temperos naturais

Para ter uma alimentação mais saudável, o ideal é consumir alimentos naturais e evitar o excesso de produtos processados ou ultraprocessados, como os temperos prontos. Esses produtos são os maiores vilões da alimentação, pois contêm uma quantidade enorme de sódio e gordura. No lugar deles, podemos usar ervas natural, que são ricas em fitoquímicos, componente cuja função oxidante é ótima para a nossa saúde. Se você puder, cultive uma horta em casa (temos um passo a passo neste link). Qualquer cantinho serve, assim, é possível ter disponíveis temperos orgânicos, naturais, frescos e sem qualquer desperdício. Além de serem mais saudáveis, eles mudam completamente o sabor da comida, oferecendo mais variedade para as preparações do dia a dia. Outra opção prática é congelar essas ervas em casa. No entanto, é importante ressaltar que elas servem somente para os pratos quentes. Basta lavar, secar bem as folhinhas para tirar a umidade e guardar em potes de vidro, ou fazer forminhas de gelo com um pouco de água. Desse jeito, na hora do preparo, é só jogar os cubos de tempero direto na panela. Algumas propriedades das ervas mais utilizadas HORTELÃ: digestiva, ajuda a melhorar a sensação de barriga estufada. Seu chá é digestivo e calmante, ótimo para tomar depois de uma refeição. Traz ainda um frescor para as preparações, combina com saladas, iogurte e pode ser usado na finalização de alguns pratos. ALECRIM: digestivo, ele tem propriedades antioxidantes, além de ser um tônico natural e um remédio caseiro para insuficiência cardíaca. Seu sabor fica melhor quando usado em carne, frango, batata...
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Entenda o que são os AGEs e por que você deve fugir deles!

Você já ouvir falar dos AGEs? Conhecidos como Produtos Finais de Glicação Avançada, esses compostos tóxicos são produzidos pelo nosso corpo e durante o preparo de alguns alimentos. Eles danificam nossas células e aumentam a inflamação e o estresse oxidativo no organismo, o que pode gerar flacidez e envelhecimento precoce. Essas substâncias destroem o colágeno, aumentam a chance de doenças cardiovasculares e podem até atacar nossos neurônios. Os AGEs são produzidos por nós quando o organismo está desequilibrado devido ao aumento do estresse e excesso de açúcar, por exemplo. Podem ser ainda resultado do preparo de alimentos submetidos a temperaturas superiores a 180ºC, com baixa umidade, ou que sejam fritos, assados ou grelhados. A chance de produzir esse composto diminui quando o alimento é cozido a cerca de 100ºC em um ambiente úmido. - Os alimentos que mais geram AGEs Os produtos de glicação avançada são resultado de uma reação entre a proteína ou gordura com o carboidrato. Sendo assim, os alimentos mais propícios a formarem esse composto são a manteiga ou margarina, carne vermelha, queijos, produtos industrializados como cereais, biscoitos, batatinhas e qualquer tipo de fast-food. Mas antes de parar de vez de assar ou grelhar sua carne, muita calma! O que precisamos fazer é prestar atenção para não cozinhar todos os dias do mesmo jeito. Temos que saber variar as preparações com refogados, cozidos no vapor ou mesmo preparados na panela. A queridinha fritadeira elétrica potencializa a formação dessas substâncias, já que funciona em um ambiente seco e de alta temperatura. Por isso, é necessário ter cuidado...
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Dicas valiosas para parar de fumar sem engordar

Antes de começar a primeira coluna de 2017... Feliz Ano Novo a todos! E aproveitando o momento – que é ótimo para estipular metas – resolvi dar algumas dicas de como fazer para parar de fumar e não engordar. Não é novidade para ninguém: parar de fumar gera bastante ansiedade e, por conta disso, as pessoas acabam substituindo o cigarro por guloseimas, como doces e salgadinhos, que são responsáveis pelo ganho de vários quilos extras. Mas isso pode ser mudado! Para aliviar a ansiedade, o chiclete sem açúcar é um ótimo quebra galho! Além disso, comer de três em três horas nessa fase é muito importante, então programe seus lanches e não deixe de leva-los com você, caso necessário. Boas opções são mix de castanhas com frutas secas, cenourinha em palitos, maçã picada, pipoca sem óleo, entre outros. Essas comidinhas ajudam a diminuir a ansiedade, pois você estará o tempo todo mastigando e mantendo as mãos ocupadas. Evite os doces, pois eles estimulam a vontade de fumar, engordam bastante e motivam um comportamento compulsivo, principalmente nesse momento em que você estará mais vulnerável. As atividades físicas são grandes aliadas, pois te ajudam a liberar endorfina, deixando-o mais relaxado e diminuindo a necessidade de nicotina. Se pesar pelo menos uma vez por semana também pode ajudar no controle do peso. Procure manter-se sempre confortável, durma bem, faça os lanchinhos sugeridos quando sentir fome e tente cortar os gatilhos que te fazem ter mais vontade de fumar. O café é um clássico, se não conseguir cortá-lo, tente escovar os dentes logo...
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Os tipos de sal e para que serve cada um

O brasileiro consome, em média, 15g de sódio por dia – já incluindo o sal presente nos alimentos –, uma quantidade muito acima do ideal. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a recomendação de consumo é de, no máximo, 5g por dia. Essa ingestão exagerada está muito ligada à quantidade de sal adicionada às preparações, mas também aos alimentos industrializados, como biscoitos, pães, bebidas lácteas, macarrão instantâneo, entre outros. Com o intuito de frear esse consumo ou torná-lo mais saudável, as prateleiras do supermercado se encheram dos mais diversos tipos de sal, deixando todo mundo em dúvida quanto ao tipo mais recomendado para consumo, afinal o sal não é composto apenas por sódio, mas também por diversos outros minerais. Abaixo, esclareço um pouco do que se trata cada um deles. Sal de cozinha ou refinado: Processado para redução de suas impurezas – o que também contribui para a redução de seus minerais – é o tipo mais utilizado pelas famílias brasileiras e o menos recomendado. Por ser refinado, suas partículas são menores e mais potentes. Um grama contém 400mg de sódio. (Para fins de comparação, uma col. (sopa) de sal refinado contém, aproximadamente, 13g). Sal Marinho: Obtido a partir da evaporação da água do mar, contém mais minerais do que o sal refinado, no entanto um grama contém 420mg de sódio. Sal Rosa ou Sal do Himalaia: É um sal mais puro, que tem suas condições originais preservadas e o mais recomendado. Um grama tem 230mg de sódio, uma quantidade bem menor do que a do sal refinado, mas...
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Aprenda a montar marmita saudável para almoçar no trabalho

Muitos pacientes que atendo no consultório torcem o nariz quando eu digo para levarem marmitas para o trabalho. Mas, acredite, esse é o melhor jeito de controlar sua alimentação, comer de forma saudável e não gastar dinheiro. Convenhamos quem não quer gastar menos e ainda ficar magro? rs! Sei que muitos levam em conta o aspecto social e preferem não levar marmita para não se isolarem. Mas não precisa levar todos os dias, apenas alguns dias na semana já podem fazer diferença no peso e no bolso. Para que a estratégia dê certo, o ideal é aproveitar o que foi servido no jantar do dia anterior. Fazendo um pouco a mais, você come bem à noite e ainda tem marmita para o dia seguinte. Outra opção é fazer diversos pratos em um dia da semana, preparar várias marmitas e congelá-las. Mas... o que levar na marmita? Cada um tem uma dieta individual, mas falando de uma forma generalizada, é importante que a refeição contenha pelo menos um alimento de cada grupo: - Legumes ou verduras – podem ser crus como salada ou cozidos, como brócolis, couve-flor, abobrinha, entre outros; - Carboidratos – dê preferencia para os de menor índice glicêmico, como arroz integral, mandioca, mandioquinha, abóbora, quinua, grão de bico, lentilha ou batata doce; - Proteínas – ovos, peixes (atum é super prático), frango ou carne. Se você for vegetariano, pode investir em grãos ou tofu. Só fique atento às porções. Muitas vezes, quando montamos nossa marmita, não temos muita noção da quantidade que estamos colocando. Vale montar o...
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As diferenças entre azeites extra virgem e oliva virgem

Sei que já comentei um pouquinho sobre o azeite na coluna sobre óleos, mas são tantos os benefícios (e usos!) desse óleo natural do Mediterrâneo que ele merece um post só para ele. Vem ver quais as diferenças entre azeites extra virgem e oliva virgem. Fonte de vitamina E, o azeite é uma gordura monoinsaturada (ômega 9) rica em compostos fenólicos e antioxidantes – importantes no combate aos radicais livres do nosso organismo. Além disso, é um óleo que contribui para diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL) e aumento dos níveis de colesterol bom (HDL). O azeite é obtido através da prensagem mecânica de azeitonas maduras procedentes de diversas variedades de oliveiras sadias. Cada uma delas é responsável por um determinado tipo de azeite com propriedades únicas de cor, acidez, composição, entre outros. Abaixo, falo um pouco mais sobre os dois tipos mais conhecidos. AZEITE EXTRA VIRGEM Obtido de uma única prensagem a frio da azeitona madura, é o óleo mais puro com uma acidez de, no máximo, 0,8% (quanto menor essa acidez, mais puro é o azeite). Após a prensagem ele é filtrado, resultando em um produto de sabor mais acentuado e forte personalidade. Esse tipo de azeite é rico em compostos antioxidantes, sendo ideal para finalizar pratos ou saladas. Recomenda-se que seja utilizado apenas na forma crua para que ele não perca suas propriedades. AZEITE DE OLIVA VIRGEM Extraído da segunda ou terceira prensagem da azeitona, sua acidez pode chegar a 2%. Com um sabor mais suave, traz benefícios à saúde, mas tem menor teor de...
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Aprenda a fazer o planejamento alimentar para uma vida mais saudável

Já citei em alguns posts aqui na coluna que planejamento alimentar é fundamental para uma dieta ir bem. Se você não se planejar e se organizar, vai acabar sem alimentos saudáveis para comer e caindo de boca nas besteiras. Outra coisa que um planejamento ajuda é evitar desperdícios. Provavelmente você, ou alguém que conhece, já saiu da nutricionista empolgada, correu para o supermercado, comprou tudo o que ela sugeriu, mas no fim não teve “tempo” de fazer nada com aqueles alimentos e estragou. Isso na verdade não foi falta de tempo, e sim de planejamento. Sempre sugiro, e faço na minha casa também, reunir a família, é importante fazer os filhos participarem também, e montar um cardápio com todas as refeições da semana. Não precisa ser nada de outro mundo, basta olhar o que tem na geladeira e colocar, por exemplo, segunda feira: abobrinha e ovo, você pode fazer um omelete ou um suflê. É importante usar a criatividade. Eu sei que tem gente que não tem essa facilidade para pensar nas receitas, mas procure ajuda de um profissional e com o tempo você vai aprender a fazer sozinha. Montando esse cardápio, o ideal é que você faça uma lista de ingredientes e do que você vai precisar usar durante a semana, já descartando o que tem na geladeira. Faça as compras somente do necessário, isso evita que você gaste à toa ou jogue comida fora. Por último, execute o cardápio, essa é a parte mais difícil. Porém, se você chegar em casa e já tiver os ingredientes e escrito...
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Os benefícios do vinho para a saúde

Esse friozinho pede um bom vinho e como essa é minha bebida preferida, resolvi falar um pouco dos benefícios do vinho para a saúde. Entre todas as bebidas alcóolicas, o vinho é a que mais nos favorece por ser rico em polifenóis, sendo o mais conhecido o resveratrol, que possui ação antioxidante prevenindo a formação de placas de gordura nas artérias e as doenças cardiovasculares. O resveratrol é encontrado, principalmente, na casca e semente das uvas roxas e, por isso mesmo, o vinho tinto é quem mais concentra esse composto. Mas a substância não é o único antioxidante presente no vinho. Na verdade, existem mais de 200 outros polifenóis na bebida. Dentre eles as procianidinas e a quercetina. Nem todos, porém, se beneficiam da ingestão da bebida. Gestantes, pessoas com doenças hepáticas ou com histórico de consumo abusivo de álcool devem passar longe do líquido. Para os que não fazem parte do grupo citado acima, o consumo ideal é de 14 unidades por semana, o que corresponde a 112 g de álcool (ou 8 g por unidade). Para simplificar, uma taça de 250 ml de vinho corresponde a 3,3 unidades. Consumindo mais do que isso, os efeitos benéficos se tornam prejudiciais, podendo sobrecarregar o fígado, aumentar a glicemia e triglicérides, além de favorecer para o ganho de gordura corporal. Separei abaixo alguns valores nutricionais do vinho para que vocês possam conhecer: [table id=7 /] Bom vinho para vocês! Até a próxima, Karina [author] [author_image]http://casaedecor.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/3/2015/06/dra-karina-al-assal.jpg[/author_image] [author_info]Drª Karina Al Assal é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em nutrição clínica pelo Hospital...
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Qual é o tipo de óleo mais indicado na cozinha?

O assunto costuma ser bastante polêmico, mas é preciso falar dele. Afinal, qual é o tipo de óleo mais indicado na cozinha? No mercado, as prateleiras mostram diversas opções, o que nos deixa ainda mais confusos e em dúvida de qual escolher. Como todos levam alguma gordura, vou explicar um pouco o que são essas gorduras para depois falar dos tipos disponíveis para consumo atualmente. Gordura monoinsaturada (Ômega 9) Saudável, confere diversos benefícios à saúde, como diminuição do colesterol ruim e aumento do colesterol bom, além de possuir efeito anti-inflamatório. Muito presente na dieta mediterrânea, o ômega 9 tem efeito comprovado na melhora de doenças cardiovasculares, podendo ser encontrado em castanhas, azeite, abacate e azeitonas. Gordura poliinsaturada (Ômega 3 e Ômega 6) Encontrada em alguns peixes, tem alto poder anti-inflamatório, desde que ingerida na proporção 3:1, ou seja, 3 de ômega 6 para 1 de ômega 3. As pessoas que consomem mais ômega 6, como nós brasileiros – em que a relação acaba sendo de 12:1 –, correm o risco de ter mais inflamações no organismo. O ômega 6 é encontrado, principalmente, em óleos vegetais, como os de soja, canola, milho e etc. Gordura saturada Predominantemente de origem animal, é o tipo de gordura que, se consumida em excesso, pode fazer mal ao organismo. Costuma ser mais estável a altas temperaturas e pode ser encontrada no leite e em seus derivados, em carnes, porco e frango e, também, no coco. ÓLEO PARA QUE TE QUERO Azeite Muitos estudos mostram os inúmeros benefícios do azeite para a nossa saúde. Rico...
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Saiba tudo sobre a campanha Segunda sem Carne

Vocês já ouviram falar por aí da Segunda sem Carne? Trata-se de um movimento que propõe uma alimentação vegana, ou seja, sem alimentos de origem animal, uma vez na semana com o intuito de conscientizar as pessoas sobre o impacto do consumo de animais na saúde, no meio ambiente, na sociedade e no planeta. A campanha, que existe em 35 países, chegou ao Brasil em outubro de 2009. Eu não sou vegetariana, mas ultimamente tenho diminuído bastante o consumo de produtos de origem animal na minha alimentação e acredito que essa seja uma tendência mundial. Nossa população vem crescendo cada vez mais e é sim preciso pensar em como alimentar todo mundo, pois vai chegar uma hora em que a produção não vai dar conta do consumo. E acredito que reduzir o consumo de carne ajuda o meio ambiente. Vale lembrar, no entanto, que esse movimento não pretende transformar as pessoas em vegetarianas ou veganas, mas sim estimulá-las a descobrir novos sabores e conscientizá-las acerca dos cuidados com os animais e o ambiente que as cerca. Acho bem interessante fazer uma alimentação diferente da habitual uma vez por semana, pois o nosso organismo acostuma com os estímulos de sempre, sem contar que as proteínas de origem animal acidificam nosso organismo e investir mais em grãos, verduras e legumes ajuda a alcalinizá-lo, como se fosse uma desintoxicação. Então, convido todos vocês a aderirem ao movimento Segunda sem Carne, usando a criatividade para fazer pratos diferentes do habitual, lembrando que grãos como feijão, ervilha, grão de bico, lentilha e quinua são...
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Germinação de grãos: agregue valor nutricional à dieta

Por acaso você já ouviu falar sobre germinação de grãos? Trata-se basicamente da transformação de um grão ou semente em planta. O processo pode ser feito com grãos, como soja, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, ou sementes de linhaça, chia, entre outras. Esse método desencadeia algumas reações químicas no interior do grão que ajudam a reduzir os fatores antinutricionais que ele possui, como o ácido fítico, que é um componente que atrapalha a absorção de outros nutrientes presentes no alimento. Sendo assim, ao germinar esse grão, você melhora a digestibilidade do alimento, já que o processo atua na quebra dos carboidratos, facilitando sua digestão. Estudos comparando o conteúdo nutricional de grãos germinados com grãos não germinados comprovaram que os primeiros possuem maior teor de proteína, fitoquímicos e antioxidantes. Informações essas valiosas para os vegetarianos de plantão, que podem usar esses grãos como fonte de proteína na alimentação. Mas, como fazer a germinação? É bem simples! Escolha as sementes ou grãos que quer colocar para germinar e deixe-os de molho em água na temperatura ambiente por 12 horas. Ao fim desse tempo, elimine a água e lave-os. Apenas fazendo isso, já é possível obter um grão mais nutritivo, acredita? Mas, continuando... Acomode os grãos ou sementes em um recipiente úmido, mas sem que ele fique de molho. Você pode até mesmo coloca-los em uma peneira com uma recipiente embaixo. Regue-os duas vezes ao dia. Pronto! Em um ou dois dias, dependendo do grão ou semente, você já vai começar a ver os cabinhos. Até a próxima, Karina. (Foto: reprodução)...
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Aprenda a ler os rótulos dos alimentos para te ajudar a manter a forma

Atualmente, os mercados vêm oferecendo cada vez mais variedades de produtos de todo os tipos, inclusive os ditos “saudáveis”. Mas, será que eles são, de fato, saudáveis? A resposta está no rótulo dos alimentos, mas como para algumas pessoas eles podem ser complicados de entender, resolvi falar sobre o tema para ajudá-la a decifrar o que dizem aquelas letras minúsculas no verso dos produtos. Assim, você consegue escapar dos alimentos que parecem saudáveis, mas não são e ainda repensar suas escolhas. Vamos começar pelos ingredientes. Normalmente, eles são dispostos em ordem decrescente, ou seja, o primeiro ingrediente é aquele que está presente em maior quantidade naquele produto e o último em menor quantidade. Sendo assim, se você ler o rótulo de um produto integral e o primeiro ingrediente listado for farinha de trigo normal, isso significa que esse alimento não é tão integral quanto diz ser. Outro exemplo que gosto de dar é se você pegar um produto que o primeiro ingrediente é açúcar, isso quer dizer que esse alimento tem mais açúcar do que qualquer outro ingrediente. Então, melhor ficar longe! Atenção aos produtos que listem ingredientes com nomes muito estranhos e que você não reconheça como alimento. Quanto mais ingredientes, pior. E o ideal é que não tenha muitos conservantes, corantes e espessantes. O esquema abaixo ilustra tudo o que devemos nos atentar em um rótulo. Sim, dá trabalho, pois tem muita informação, mas vale a pena aprender e ficar sempre de olho, pois assim você vai saber de cara se vale a pena consumir aquele produto...
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Biomassa de banana verde: é hora de incluí-la na dieta

Obtida através da massa da banana verde cozida, a biomassa é uma ótima substituta para o leite condensado, creme de leite, maionese ou outros alimentos que fazem às vezes de espessante no preparo da comida. Além de não ter gosto de banana e não alterar o sabor das receitas, também faz bem à saúde, uma vez que melhora o funcionamento do intestino, contribui para a correta absorção de nutrientes, estimula o sistema imunológico e reduz a absorção de açúcar no sangue. Mas o melhor de tudo é que a biomassa é um excelente probiótico – fibras que servem de alimento para as bactérias boas do seu intestino. Por isso, ela tem baixo teor de carboidratos, auxilia no bom funcionamento intestinal e, como toda fibra, contribui para a saciedade. É importante que esse alimento faça parte da nossa rotina diária de alimentação. Duas colheres (sopa) por dia já são suficientes. E elas podem ser acrescentadas a sucos, shakes, sopas ou no preparo de receitas diversas, como panquecas, bolos, etc. Também é possível comprar as bananas verdes, fazer um purê e congelá-lo em pequenas porções. Outra opção é comprarmos a biomassa já pronta. Hoje em dia é fácil encontra-la em supermercados ou lojas de produtos naturais. Para quem se animar em fazer em casa, segue a receita: Ingredientes: - 5 bananas nanicas verdes - Água Modo de preparo: Lave as bananas com a casca Coloque-as em uma panela de pressão e cubra com água Deixe cozinhar por, aproximadamente, 8 minutos Retire da pressão, remova a casca e bata no liquidificador até...
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20 dias sem adoçar bebidas. Topa o desafio?

Gostaria de propor um desafio: que tal ficar 20 dias sem adoçar bebidas como café, chás e sucos? Nem com açúcar, nem com adoçante. E aí, topa? Proponho isso porque vejo que cada vez mais as pessoas têm sentido a necessidade de adoçar tudo o que tomam, exagerando, muitas vezes, na dose do adoçante. Imperceptivelmente, com o passar dos dias, elas acabam usando uma quantidade cada vez maior para agradar o paladar. Pode reparar. E quanto mais doce ingerimos, mais o nosso corpo quer esse sabor e como o adoçante já é naturalmente mais doce do que o açúcar, vamos sentindo uma necessidade ainda maior de adoçar e quanto mais doce pior. Estou falando também de produtos diet ou até de receitas que se dizem fit, mas estão cheias de adoçante. Nossa língua e nosso intestino são repletos de receptores para o gosto doce e quanto mais açucarado é um alimento, maior a ativação desses receptores e maior a absorção de açúcar pelo nosso organismo. O que eu quero dizer, portanto, é que o adoçante pode facilitar ainda mais a absorção de alguns carboidratos de alto índice glicêmico, levando nosso corpo a produzir mais insulina e aumentando as chances de armazenar tudo isso em forma de gordura. Um verdadeiro ciclo vicioso. Durante a gravidez, muitas mulheres optam pelo consumo de adoçante para evitar os indesejados quilos a mais; enquanto outras são diabéticas e precisam substituir o açúcar refinado por adoçante. Em qualquer um dos casos, o recomendado é manter-se longe dos adoçantes a base de frutose, ciclamato de sódio...
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Como higienizar frutas com casca, legumes e verduras?

Embora pareça uma questão básica, muitas pessoas ainda têm dúvidas de qual é a melhor maneira de se higienizar frutas com casca, legumes e verduras, principalmente quando consumidas cruas. No entanto, a higienização desses alimentos é essencial. Afinal, muitos dos casos de intoxicação alimentar acontecem pela falta de higiene da comida. Algumas pessoas têm o costume de utilizar vinagre como esterilizante, mas ele não é 100% confiável para eliminar os microrganismos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que a limpeza dos alimentos seja feita com o hipoclorito de sódio, produto composto com o mesmo princípio ativo da água sanitária, mas com um diferencial: é próprio para consumo, podendo ser encontrado em qualquer supermercado. Mas, como usar o hipoclorito de sódio? Siga o passo a passo abaixo: 1. Lave as frutas, legumes ou verduras uma a uma em água corrente; 2. Em uma bacia, coloque 1 col. (sopa) de hipoclorito de sódio para cada litro de água. Mergulhe os alimentos nessa solução e deixe-os de molho por, aproximadamente, 15 minutos. Retire-os da bacia e enxague em água corrente. Pronto! Eles já estão prontos para consumo. Atenção! Alimentos orgânicos, apesar de não possuírem nenhum tipo de fertilizante, agrotóxico ou pesticida, também entram em contato com fungos e bactérias e devem, sim, ser higienizados antes do consumo. Além disso, no mercado, existem alguns alimentos já higienizados que podem ser considerados mais práticos, apesar de serem mais caros. Mas sempre prefiro fazer a limpeza eu mesma. Até a próxima, Karina Veja também: A abóbora: uma aliada de peso na alimentação E...
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