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Brastemp inaugura casa em São Paulo com cursos e museu do eletrodoméstico

Neste mês de fevereiro inaugurou a Brastemp Experience, uma casa super bacana localizada no bairro dos Jardins, em São Paulo, que reúne cursos e a história da marca de eletrodomésticos. A convite deles, conheci o espaço na noite de inauguração e achei muito legal as diversas facetas da empresa em um único espaço.

Por lá, atividades, como cursos de culinária ministrados ao longo dos meses de fevereiro e março por diversos chefs. Roberta Julião, por exemplo, irá ensinar os famosos bolos do “Da Feira ao Baile”. As inscrições e informações para as aulas estão no site deles (neste link).

Uma das partes que mais gostei, além de conhecer as novidades para a casa, foi o museu com a história dos eletrodomésticos da marca. Muito bacana ver a evolução de itens do nosso dia a dia, como fogão e geladeira, em peças retrô deles. “Queremos estimular o publico a viver uma experiência extraordinária. É uma oportunidade de conectar os consumidores com a marca mostrando o resultado superior que só a performance dos nossos produtos podem entregar”, contou o Renato Firmiano, diretor de marketing da Whirlpool Latin America, dona da Brastemp.

Abaixo, um pouquinho do espaço, que vale a visita!

Olha o meu frigobar fazendo sucesso na casa Brastemp Experience (tem fotos do meu neste link)

Serviço
Rua Dr. Melo Alves, 651 – Jardins – SP
Funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h

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Entenda o que são os AGEs e por que você deve fugir deles!

Você já ouvir falar dos AGEs? Conhecidos como Produtos Finais de Glicação Avançada, esses compostos tóxicos são produzidos pelo nosso corpo e durante o preparo de alguns alimentos. Eles danificam nossas células e aumentam a inflamação e o estresse oxidativo no organismo, o que pode gerar flacidez e envelhecimento precoce. Essas substâncias destroem o colágeno, aumentam a chance de doenças cardiovasculares e podem até atacar nossos neurônios.

Os AGEs são produzidos por nós quando o organismo está desequilibrado devido ao aumento do estresse e excesso de açúcar, por exemplo. Podem ser ainda resultado do preparo de alimentos submetidos a temperaturas superiores a 180ºC, com baixa umidade, ou que sejam fritos, assados ou grelhados. A chance de produzir esse composto diminui quando o alimento é cozido a cerca de 100ºC em um ambiente úmido.

(Foto: Reprodução)

– Os alimentos que mais geram AGEs

Os produtos de glicação avançada são resultado de uma reação entre a proteína ou gordura com o carboidrato. Sendo assim, os alimentos mais propícios a formarem esse composto são a manteiga ou margarina, carne vermelha, queijos, produtos industrializados como cereais, biscoitos, batatinhas e qualquer tipo de fast-food.

Mas antes de parar de vez de assar ou grelhar sua carne, muita calma! O que precisamos fazer é prestar atenção para não cozinhar todos os dias do mesmo jeito. Temos que saber variar as preparações com refogados, cozidos no vapor ou mesmo preparados na panela.

A queridinha fritadeira elétrica potencializa a formação dessas substâncias, já que funciona em um ambiente seco e de alta temperatura. Por isso, é necessário ter cuidado com a frequência do uso dessa panela.

Para diminuir a formação desses compostos, você pode deixar a carne ou frango marinados com limão, laranja e vinagre. Os alimentos ácidos reduzem pela metade a produção dos AGEs. Além disso, o alho e o vinho também reduzem a produção dessas substâncias por serem ricos em compostos fenólicos.

Varie no preparo dos alimentos para não sofrer com os malefícios dos AGEs. Equilíbrio sempre!

Até a próxima,

Karina

Drª Karina Al Assal é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em nutrição clínica pelo Hospital Sírio Libanês, especialista em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Paschoal e mestranda em nutrição e cirurgia metabólica do aparelho digestivo pela Faculdade de Medicina de São Paulo.

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O lar da arquiteta: Triana Serrano abre as portas de seu refúgio com vista para o Morro Dois Irmãos

Uma morada que servisse para viver em harmonia com a natureza e trabalhar. Este era o sonho da arquiteta Triana Serrano e seu marido, que juntos possuem três filhos. O layout da casa era muito bem resolvido e marcado por tijolos maciços e concreto armado. Porém, a propriedade, que data dos anos 1970, foi arrematada com pontos fortes de deterioração, o que exigiu da profissional uma reforma. 

A primeira ideia de Triana foi aproveitar o que a casa tinha de mais valioso, a estrutura. Outra preocupação foi trabalhar com materiais básicos para garantir um lar com pouca manutenção. Para tanto, restaurar e reaproveitar os materiais brutos do entorno foi essencial. Na área externa, devido a inclinação do terreno, foram necessários vários movimentos de terra até conseguir uma área horizontal ao redor da piscina. Desde o novo terraço, umas vistas inesperadas ao morro dos dois irmãos surgiu.

Home Tour, Casa na praia, Francho e Triana, Industrial

Home Tour, Casa na praia, Francho e Triana, Industrial

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Como a casa foi paixão a primeira vista, a arquiteta também abriu mão de revestimentos, o que torno o processo mais econômico e preservou o encanto que a conquistou desde o início. A decisão também tinha um lado funcional: paredes e tetos aparentes e pisos cimentados favorece a iluminação e ventilação natural, evitando assim problemas de umidade tão presentes nessa área do Rio.

Materiais da região, como a rocha do terreno, foram utilizados para construir as escadas externas. As antigas vigas do telhado da sala foram substituídas por lajes premoldadas e reutilizadas para construir peças de marcenaria. “Reciclamos antigas luminárias do jardim para iluminar as fachadas. Recuperamos até peças de mobiliário abandonadas”, conta ela.

Para contraponto a essa estética mais bruta, os quartos receberam piso de ladrilho hidráulico. Na cozinha, a marcenaria amarela se mistura com o muro verde exterior e cria um ambiente bem aconchegante. Já quando o assunto é a decoração, Triana garante que foi um processo lento e desprovido de pretensão. Objetos trazidos de diferentes viagens se alternam com algumas peças assinadas. “O que mais gostamos é nossa coleção, ainda em processo de formação, de arte contemporânea. Temos peças elaborada nos últimos 20 anos que alterna alguns nomes conhecidos e muitas jovens promessas de vários países (EUA, Brasil, Argentina, Chile, França, Espanha…)”, conclui.

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Sofá Coroa (Marcelo Rosenbaum), mesa de centro Raiz e lateral Locc (Jader Almeida), poltrona Três pés (Lina Bo Bardi), poltrona Annette (Jorge Zalszupin), poltrona Paulistano (Paulo Mendes da Rocha)

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Home Tour, Casa na praia, Francho e Triana, Industrial

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Fotografias (Almir Reis, Brasil), luminária de jacarandá encontrada na casa quando foi comprada e cachepot (Poeira)

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Pintura b/p (Katharina Welper), pintura preta e vermelha (Bet Katona), mesa de jantar Saarinen oval (Desmobilia) e cadeiras (Eames)

Home Tour, Casa na praia, Francho e Triana, Industrial

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Cozinha industrial (Maqcem), piso de ladrilho hidráulico (Limestone), acabamento paredes (Tecnocimento), mesa de jantar (Triana Serrano) e cadeiras (Fernando Jaeger)

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Pintura (Nicole Tijoux, França-Chile), cortinas e enxoval (Alexia Tostes, Atelier Lutèce) e cabeceira (Nilson Marceneiro)

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(Fotos: André Nazareth | Produção visual: Simone Raitzik)

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