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Você sabe o que é kombucha?

A kombucha é uma bebida probiótica, feita a partir da fermentação da Camellia Sinensis, folha que dá origem aos chás preto e verde.

O nome ‘kombucha’ vem de uma crença oriental em que a colônia ou biofilme eram, na verdade, algas marinhas chamadas kombu e que, na índia, os chás provindos da Camellia Sinensis levavam o nome de cha ou chai. Mais tarde, descobriu-se que a colônia não era a tal alga, mas a nomenclatura já havia se popularizado.

A fermentação ocorre a partir do chá e do açúcar. Nessa mistura, adiciona-se um biofilme de bactérias e leveduras que, com o tempo, fazem a fermentação. Esses seres vivos conferem o efeito probiótico ao chá, que ajuda na saúde intestinal, fortalece o sistema imunológico e tem poder anti-inflamatório.

Além desses benefícios, estudos feitos em ratos mostram uma melhora das taxas de colesterol depois do consumo do líquido.

A fermentação torna o chá gaseificado e ácido, mas o sabor é agradável. Não indico fazer esse processo em casa, porque, sem um controle, as bactérias ruins podem crescer junto com as boas também. O ideal é comprar de uma fonte confiável.

Uma bebida de boa qualidade é rica em vitaminas, minerais, antioxidantes, cafeína e ácidos orgânicos. A recomendação é não beber mais do que 300ml por dia. Ainda não há muitos estudos sobre o nível de segurança do chá, mas os poucos que existem afirmam que um consumo exagerado pode levar a uma sobrecarga do fígado.

Consumir produtos ricos em probióticos, como iogurte e kefir, é ótimo para sua saúde. O kombucha é somente mais uma maneira de ingerir as bactérias boas. Não existem pesquisas comprovando a eficácia da bebida na perda de peso, portanto, cuidado com os mitos!

Até a próxima,

Karina

Drª Karina Al Assal é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em nutrição clínica pelo Hospital Sírio Libanês, especialista em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Paschoal e mestranda em nutrição e cirurgia metabólica do aparelho digestivo pela Faculdade de Medicina de São Paulo.

Veja também: Descubra qual o melhor óleo para usar na cozinha

E mais: Germinação de grãos para agregar valor nutricional à dieta

Diário de obra #1 - o piso vinílico da Ruffino Acabamentos

No meu Instagram (@constancezahn), compartilhei que estamos aumentando o Studio CZ. E como adoro estudar, entender e ver as diferenças entre os materiais, acabamentos e, principalmente, o trabalho que dá a manutenção de cada item da reforma, decidi compartilhar aqui com vocês o que descobri neste processo.

Para começar a série de vídeos “Diário de Obra”, o tema é o PISO, que para mim era muito importante escolher bem. Primeiro, porque eu não podia parar o escritório por muito tempo para a obra ser feita. Segundo, que uma limpeza simples e rápida era essencial para não atrapalhar o fluxo de funcionários e visitas que temos. Foi quando conheci a Ruffino Acabamentos, que me conquistou nos dois itens: a aplicação durou cerca de 4 horas, e a limpeza é simples, só um pano úmido com aqueles limpadores de uso geral.

No vídeo do Cristiano Ferrari tem mais informações e um pouquinho do processo de instação. Dá uma olhada:

(Piso: Ruffino Acabamentos | Vídeo: Cristiano Ferrari

Você sabe o que são alimentos in natura, processados e ultraprocessados?

Quem é antenado nas novidades do mundo da nutrição já sabe que a recomendação é sempre dar preferência a comida de verdade, com alimentos naturais e sem exagero no consumo dos ultraprocessados. Mas afinal, o que é comida de verdade? A resposta pode parecer óbvia, mas na hora H, sempre gera uma ou outra dúvida.

O Guia Alimentar para a População Brasileira classifica os alimentos por grau de processamento pelo qual ele foi submetido. São eles: alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados. Infelizmente, os alimentos ultraprocessados ganharam espaço na mesa do consumidor brasileiro, já que, com a correria do dia a dia, as famílias passam a comprar produtos prontos que não requerem tanto trabalho.

Uma pesquisa revela que o padrão de consumo alimentar do brasileiro tem mudado ao longo do tempo. Alimentos como arroz, feijão, mandioca, legumes, óleo, sal e açúcar foram substituídos por produtos industrializados com rótulos diet ou light, sem glúten, sem lactose, etc.

(Foto: Reprodução)

Agora, vamos voltar para a classificação:

Alimentos in Natura e Minimamente processados: devem ser a base da nossa alimentação. In natura são aqueles que foram obtidos direto da natureza como frutas, legumes, verduras, tubérculos e ovos.

Minimamente processados: passaram por pequenas intervenções antes de chegarem ao consumidor, mas não receberam nenhum outro ingrediente no processo (nada de aditivos, adoçantes, açúcar, sal, gorduras). São eles: carnes, peixes, frangos, leite, arroz, feijão, especiarias, frutas secas etc.

Processados: são os alimentos in natura que receberam adição de sal, açúcar, óleo ou vinagre. Com objetivo de durabilidade e saber, foram submetido a técnicas como cozimento, secagem, fermentação e métodos de preservação como salga, salmoura, cura e defumação. Entre eles estão os pães, queijos, carnes secas, bacalhau, conservas, enlatados, atum, extratos de tomate.

Ultraprocessados: parecem comida de verdade, mas são somente uma imitação e devem sim ser evitados. São produzidos em fábricas e possuem adição de muitos ingredientes que ninguém tem na cozinha de casa como proteína de soja, extrato de carnes, gordura vegetal, xarope de frutose, espessantes, emulssificantes, corantes, aromatizantes, realçadores de sabor, entre outros. São eles: lasanha congelada, empanados prontos, macarrão instantâneo, molho de tomate pronto, refrigerantes, sucos adoçados de caixinha ou em pó, achocolatado, sopas em pó, temperos prontos, molhos prontos, salgadinhos, biscoito recheado, barrinha de cereal e iogurte com sabor.

Nem sempre é fácil identificar um alimento ultraprocessado, ainda mais quando alguns deles já fazer parte do nosso cotidiano. No entanto, agora você já não tem mais desculpas. Alimente-se bem sempre!

Até a próxima,

Karina

Drª Karina Al Assal é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em nutrição clínica pelo Hospital Sírio Libanês, especialista em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Paschoal e mestranda em nutrição e cirurgia metabólica do aparelho digestivo pela Faculdade de Medicina de São Paulo.

Veja também: Descubra qual o melhor óleo para usar na cozinha

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